quarta-feira, junho 09, 2010

QUANDO O NOSSO REINO CAIR...

Olá pessoal!

Hoje a postagem é da Pamilla, uma amiga-irmã-menina do Reino. Espero que os edifique...afinal de contas como disse Hans Bürky "o Reino de Deus é um reino de amigos."



Olá queridos(as)!!!



 Vocês já ouviram falar dos jovens Moravianos?


Bom, quem não ouviu, eu recomendo a leitura (logo abaixo) da tragetória missionária de dois jovens moravianos (20 anos de idade) que cumpriram seu chamado "radicalmente"! A leitura desse texto mexeu muito comigo no que diz respeito "a viver plenamente no propósito que Jesus Cristo nos chamou: a manifestação do Reino".


Segundo Mauricio Cunha (2003), "a igreja é a única instituição capaz de ministrar às necessidades integrais do homem", porque "vós sois a luz do mundo" (Mt 5:14). Mas isso só será de fato vivenciado quando o nosso reino cair e o Reino de Deus surgir em mim e em você! Pois o evangelho de homens deixa cativa e confusa a alma das pessoas, o evangelho de Jesus ama as almas e leva ao verdadeiro arrependimento, conversão e transformação (Atos 3:19)! É tão forte isso, que não temos dimensão e muitas vezes a seriedade desse poder que opera a favor da implantação do Reino por meio de nós.



O Reino não tem nome de congregação, não carrega nome de movimento, não tem religião... porque o Reino de Deus é o governo de Cristo Jesus! É acima de tudo isso (I Cor 2:6-16)! Por isso, quem se compromente com esse Reino se envolve em questões sociais, denúncia do opressor, violência, prostituição, miséria, saúde...contra os males desse século, como assim Jesus fez na sua época! Cabe a nós discernirmos com a sabedoria que vem do alto as áreas críticas e trabalhar para desenvolver, por meio do nosso chamado como os jovens moravianos assim fizeram, o governo de Cristo, a manifestação do verdadeiro amor!

Não é assistencialismo, é muito mais do que isso... é "se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me." (Mc 8:34) Não é estar no ministério ou ter um ministério integral que me faz viver essa realidade, mas trata-se da entrega das vontades da carne diarimente pra viver a maravilhosa graça e vontade de Deus. Aí isso certamente irá refletir no nosso chamado, na nossa missão, nos nossos ministérios!



"Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus". (João 3)



Um grande abraço!

Com carinho,



Pami

OS DOIS JOVENS MORAVIANOS

[...] Durante esse período dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da Índia cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo. Esses jovens fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: “Nenhum pregador e nenhum clérigo chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido". Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: "E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?", o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o transporte deles. Então os jovens usaram o valor de sua própria venda pelo custo de sua viagem. No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas famílias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas últimas palavras que foram ouvidas: "QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO". Mas o que a história desses jovens Moravianos mostra para nós é que houve algo mais na vida deles: um profundo e intenso clamor nos seus corações por Deus, e depois, conseqüentemente, um clamor por aquilo que Deus ama: os perdidos. É o clamor, é o coração, é a paixão que faz toda a diferença, não em si o que fazemos. [...] (Extraído do site: http://www.getsemanipalmas.com.br/)








Reações:

0 comentários:

Postar um comentário

Deixe seu comentário, crítica ou observação. Queremos saber o que estamos transmitindo a você.
Mas, deixamos claro que comentários ofensivos não serão publicados.