sexta-feira, maio 11, 2012

Eu tenho um chamado? Parte II

‘Bora’ para a parte dois da série ‘Eu tenho um chamado?’?!

 No primeiro post tentei ser o mais simples possível para que conversássemos sobre como usar nossos dons e talentos, numa linguagem tanto para tradicionais quanto para pentecostais, e mesmo assim gerou controvérsias.

 Fiquei assustada ao receber várias mensagens privadas dizendo que chamado profético não existe, e outras afirmando: aqueles que acham que chamado profético não existe deseja viver na carne e não tem compromisso com Deus.
Resumindo: aprendi que seja lá o que for que eu disser, alguma linha teológica vai argumentar.

 É sempre assim.
Confesso que esse tipo de religiosidade me cansa.
E muito!

Bem, primeiro gostaria de deixar claro o que penso a respeito disso: Deus fala todas as línguas e, toda linha teológica, por mais profunda e sábia que seja, é apenas um dedo imperfeito apontando para Deus (pronto, podem atirar pedras! risos).

 Acredito também que: se parássemos de limitar Deus com clichês religiosos acabaríamos com as guerras ‘denominacionais’.

 Agora, se você ainda não fechou seu notebook (de raiva) após ler a nota acima, vamos continuar nosso assunto sobre dons, talentos e ministério, certo?

 Recebi (junto com os comentários teológicos) algumas perguntas, por e-mail, DMs e comentários no(s) blog(s) e vou começar com uma questão que me identifiquei muito.

Uma leitora me perguntou sobre medo. Segue um trecho do que ela me escreveu:

 ‘Às vezes queremos levar o Reino de Deus ao mundo, mas há algo que nos impede o medo. Temos medo de decepcionar a Deus, de não conseguir, de fracassar, isso é o grande problema, a grande barreira a ser derrubada’ 

Se tenho medo?
Tenho uma coleção deles!
 Milhares de medos.
De todos os tamanhos e tipos.
Geralmente os coloco no bolso e os levo comigo.
Mas não paro.
 Minha coragem vem da certeza de que nem sempre vou acertar, mas em tudo vou aprender.

 A primeira vez que estive em missões tinha 17 anos. Eu era bem mais maluquinha do que sou hoje (será?) e, antes disso, já tinha feito algumas atividades na igreja (líder de jovens, professora de escolha bíblica, etc.) e durante esse tempo cometi muitos erros (e continuo a cometer).
O engraçado é que a maior parte deles foi na tentativa de acertar.

O que aconteceu com esses erros?
Deus fez deles, aprendizado.

Eis uma péssima notícia: Não tem como fugir dos erros. Eles sempre vão existir.
Haverá sempre o risco de decepcionar.
Mas aprendi que eles devem ser observados com um coração aprendiz e servir de lição para atitudes maiores.

Minha prece é para que o medo nunca nos impeça de seguir, de arriscar, de levar o Reino de Deus com os recursos que temos, e com aquilo que somos.
Para que venha a coragem, o bom é lembrar que Deus estará conosco.
Haja o que houver.

 Bjins, até a próxima!
 .........................................

Para ler a primeira parte do texto Eu tenho Um chamado, clique AQUI !
Reações:

13 comentários:

  1. O medo sempre chega com justificativas bem convincentes, é uma especie de truque. Sabe de uma coisa Lu, Deus trabalha em nossos corações, quer remover nossos medos mas na maioria das vezes ele está acorrentado e nós estamos segurando às chaves, um tanto abobalhados olhando para o nada e Deus não fará o que nós podemos fazer. Acho válido o questionamento da pessoa que você citou mas, desconfio que muitos não estão preocupados em decepcionar Deus e sim "decepcionados" com Ele, pois não conseguem entender que não é por nossa causa, é por Ele, não depende de nós e sim dEle. Levar o REINO sabedores que isso pode nos custar a vida assusta pois temos tanto amor por nós né?. Que o nosso coração esteja nele, envolvido em SEUS planos, somente quando estivermos totalmente dependentes do verdadeiro amor todo medo será lançado fora.

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    1. 'Que o nosso coração esteja nele, envolvido em SEUS planos, somente quando estivermos totalmente dependentes do verdadeiro amor todo medo será lançado fora.'

      Perfeito, Ísa!

      seus comentários são sempre abençoadores.

      Saudade de conversar com você, menina flor! :)

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  2. Linda Lú, chegou a hora da minha 'aspereza' com você.

    Olha, preciso ser franco, se você deseja ser mais uma escritora 'gospel' como zilhões que existem, que falam sempre sobre o 'mais do mesmo', falta pouco, talvez você esteja na metade, ou um pouco além da metade do caminho. Mas se você realmente quer ser uma escritora de verdade, falta um bom pedaço. Já pensou em frequentar oficinas literárias?

    Bom, porque estou lhe dizendo isso. Porque mesmo não sendo evangélico, vejo em vários blogs, 'levar o reino', 'levar o reino', 'levar o reino', 'levar o reino'...etc. Mas todos são escritos por evangélicos para evangélicos. Ou melhor, são escritos no idioma evangélico, para evangélico ler. E mais ainda, não que vocês não se preocupem com os outros, vocês se preocupam sim, vez ou outra atiram pedras neles, falam que membros de tal religião são isso, de outras religiões são aquilo...etc.

    E eu me pergunto, que reino de Deus é esse? Que reino de Deus é esse que só cabe evangélico dentro dele?

    Sabe qual a diferença entre os grandes escritores e os pequenos?

    Os grandes penetraram nos lugares mais altos da razão, da emoção e da verdade, e trouxeram numa linguagem acessível e profundamente bela para que nós, possuíssemos alguma condição de compreender oque eles tinham percebido. Os pequenos falam exclusivamente sobre aquilo que eles costumam ver, e oque eles vêem é no máximo um palmo diante no nariz e ainda, estando sempre de frente para o espelho, na maioria dos casos 'adorando e admirando a si mesmos' (Como eu sou poderosão! Prostrem-se diante de mim! Viram só como eu sei?!...etc).

    Querida quem foi mais rico, Paulo Coelho ou Homero?
    Bill Gates ou Homero? Eike Batista ou Homero?

    O gigantismo espiritual e de consciência de Homero, em contraste com a miséria material que ele viveu - além de tudo era cego - provam que ser humano extraordinário que ele foi. Todos esses nomes que citei acima, no máximo a daqui alguns séculos serão esquecidos, mas Homero não, será sempre lembrado como um imortal. E detalhe ainda, estima-se que 'Homero' tenha sido um pseudônimo. Há séculos existem debates acalorados nessa direção, vejam só, um ser humano que escreveu obras monumentais, e não quis ser reconhecido por isso?
    Que humildade é essa? É de arrepiar hein?

    Quando vivi entre evangélicos, depois de um tempo - sem nenhuma falsa modéstia - percebi que estava muito a frente deles. Eles se achavam os 'carolas master', mas na hora da atitude - que antes de ser católica, evangélica, espírita, budista...etc, deve ser de pessoas que realmente conhecem a Deus, deve ser de amor e compreensão - nesse momento, eles recuavam, e parece que viviam numa espécie de 'ilha da fantasia'. Depois de um tempo, percebi que a religião para eles era uma espécie de 'prozac', 'calmante', um 'ante-depressivo', e que eles não queriam - nem esperavam - nada mais que isso da fé que possuíam. Assim, era besteira forçar a barra com eles, porque, sempre que fosse necessário uma nova atitude, eles iriam recuar como numa espécie de 'auto-defesa freudiana', e retornar para a 'ilha da fantasia', 'o mundo mágico da imaginação', as vezes chegando a brigar por esse espaço, numa paranóia do tipo: 'Ilha da fantasia é oque há!'

    Eles nunca nem sonhavam em nem ao menos debater sobre essa tal 'ilha da fantasia', pois falar sobre ela, seria como falar em marcianos, e claro, marcianos não existem não é? Mas tudo que vemos, representa tudo que existe? É verdade que tudo oque não vemos, inexiste?

    Querida, se você quiser ser mais uma escritora 'mais do mesmo', não há nada de errado com isso, é uma possibilidade. Pode ser até que você seja muito e muito feliz com isso. Não há problemas nenhum nisso.

    Mas não são esses escritores, que mais uma vez mudarão a face da terra, que tocarão no coração não das massas, mas das mentes que precisam ouvir certas coisas. Nunca foram eles, nunca serão.

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    1. Muito bom seu comentário.
      Enriquecedor.

      Mas esse post realmente foi feito para cristãos evangélicos.
      É assunto de dentro, entende?

      Quem é de fora não compreenderá mesmo.

      Sobre ser escritora, bem, eu quero.
      Mas provavelmente não será nessa estrutura.
      Nem para esse público.

      Se tiver mais dicas de como escrever, pode falar.
      Aprender é a maior riqueza do humano.


      Grata.

      Ps: Se tiver dúvidas sobre o que é Reino posso sugerir pregações e até mesmo blogs que esclarecem o assunto.
      Ah, mais uma coisa, pode dizer seu nome. Não tenho problema algum em debater ideias sem debater pessoas. Muito pelo contrário, se for alguém que conheço, seus conselhos me mostrarão que se importa.

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    2. Não, você não me conhece e eu só te conheço pela internet. Não estou no seu twitter - não tenho um - nem em facebook, ou qualquer outra rede social, porque não participo de nenhuma.

      Não tenho dúvidas sobre o Reino, nenhuma, pode ter certeza disso.
      Acho um tanto estranho essa idéia 'de dentro', 'de fora', talvez seja coisa minha, pode ser que eu esteja errado, mas na minha humilde opinião, acho que não existe 'dentro', nem 'fora', mas esse assunto é muito extenso.

      Perco meu tempo escrevendo aqui, porque admiro muito você. Mas não tenho pretensão nenhuma, do que apenas tentar lhe ajudar. Acredito que você tem algo fundamental e necessário para uma grande escritora, que é a sua doçura, o seu jeito meigo de ser e de se portar perante a vida - sem ser superficial, é claro - que estão demonstrados na forma como escreve. Creio que isso é a sua maior qualidade, e se desenvolvê-la, chegará muito longe. Se desenvolvê-la sim, porque, o lado negativo disso, e se tornar em excesso de ingenuidade, guarde uma idéia que lhe digo:
      'Oque é belo, deve agradar não só as pessoas abaixo de 07, mas também, as acima de 65.'

      As pessoas falam sobre Cecília Meireles, sobre Clarice Lispector, mas vejo sombras e algo nebuloso no que essas mulheres escreveram, você parece não ter isso. Mas tenha paciência, não tenha pressa, tudo tem um tempo certo para ser, já dizia um Grande Sábio.

      Fique tranquila, omito minha pessoa por modéstia, mas se isso lhe deixar mal, preocupada ou curiosa, pode me escrever para homeropascal@gmail.com , se você realmente me convencer, posso acabar lhe dizendo quem sou, porque não? Ah, não me chamo Homero, nem Pascal, são apenas duas grandes pessoas que admiro muito.

      E fica tranquila, prometo não fazer mais nenhum post 'chato' aqui.
      Fica com Deus.

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    3. 1 Coríntios 2:11-14 até que explica um pouco esta reação em relação a estes posts sobre chamado, serviço.

      Os evangélicos tem muitos defeitos, sim, MUITOS e vergonhosos.
      Mas nada me tira da cabeça que, ainda que eles fossem perfeitos, eles seriam criticados. Isto porque o simples fato de crer em alguma coisa além do que se vê, será considerado pelos demais como uma "Ilha da Fantasia", uma fraqueza, uma forma de se esconder de tudo e etc.

      A fé do outro incomoda a muitos, mesmo se os evangélicos não ofendessem as outras religiões (isto acontece sim, infelizmente), ainda assim incomodaria. Mas nem sempre ofendem, o simples fato de declararem o que creem gera insatisfação em muitos, mesmo que não se fale de forma agressiva. Vai e fala de pecado pra alguém, mesmo com amor, que ela está num caminho errado, sem salvação, que precisa se arrepender, largar o erro e buscar a Jesus. Elas não vão gostar! Não vão! E não gostam! Cristãos são mortos em várias partes do mundo simplesmente por crerem em algo diferente da maioria e por mostrar ao homem que suas obras são más e precisam do perdão de Deus e se achegar a Deus, Jesus falava muito em arrependimento. Querem ouvir q todos os caminhos levam a Deus, q no fim Deus vai perdoar todo mundo e salvar a todos, ou então q vai salvar pelos méritos dos homens (suas obras). O homem não quer saber de Deus não, só quer viver sua vida do jeito que bem entende.

      Hoje em dia tudo é relativo, ter fé é considerado uma afronta, uma burrice por muitos... e isto me cansa. Querem colocar uma mordaça e os cristãos estão gostando de serem amordaçados.

      Eu não tô defendendo o erro dos evangélicos, tô defendendo o direito q cada um tem de crer ou não crer no que quiser sem ser considerado acéfalo. Criticar os evangélicos, seus erros, suas viajadas na maionese, tudo bem, eu também critico e faço coro. Mas eu tb tenho defeitos, assim como todos, e a perfeição q o mundo exige dos crentes nunca vai ser atingida nesta vida, nem por eles q não creem.

      -------------------

      E Lu, o meu comentário no primeiro post não foi com relação a vc ou a seu post. Foi uma reação pelo que os cristãos sofrem por tratar assuntos de sua fé.

      Vc tem dom pra escrever, e o mundo quer escritoras como vc para eles, seu jeito de escrever agrada. Viu só? Querem que vc escreva, mas não fale de coisas espirituais, não declare sua fé, etc. Querem contos, fábulas.

      Vc tá certa em não querer focar num público, deve focar no que vc quer passar. O público se fará mediante suas ideias, seja a maioria evangélicos ou não.

      O mundo tá cheio de escritores bons, de músicos bons, já o Reino carece disto e de alguém que se disponha a ser instrumento Dele pra isto. O medo de ser rotulado muitas vezes nos impede de fazermos o melhor pra Deus, a serviço Dele. Não que vc não possa usar seu dom pra escrever sobre qualquer coisa, claro q pode, mas não deixe de anunciar o evangelho clara e abertamente, não desperdice seu talento focando só no que é terreno ou só na arte, não perca oportunidades de falar de Jesus, de se fazer entendida quando o assunto é o evangelho. Muita gente apresenta o evangelho de forma tão camuflada que até quem o conhece não o identifica. Me pergunto se valeu a pena, se o objetivo era de transmitir o evangelho... quem entendeu? E se o objetivo era transmitir o evangelho, seriamente eu duvido q tenha realmente sido.

      Desculpa a chatice.
      Um abraço,
      Fabiano.

      PS: eu to achando q vc tem um admirador anônimo "secreto"... rrsrs... senti um clima no ar... rsrs... brincadeira

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    4. Fabiano, posso confessar?

      Copiei o que escreveu acima e guardei comigo.

      Você está certíssimo em tudo o que disse!
      O medo de se expor, de falar o que pensa e, principalmente, falar sobre o Evangelho acaba minando todo trabalho.

      Confesso que o que torna cansativo um texto cristão é que, além de levar pedrada de ateus e agnósticos, você ainda leva bomba de quem é cristão e pensa diferente. Rs.

      Mas estou aprendendo (devagar, bem devagar, mas estou!).

      (olha eu desabafando!)

      Queria que soubesse que seu comentário me valeu o dia. Me motivou a continuar escrevendo (não é tão fácil continuar motivada depois de alguém te chamar, num comentário, de 'escritora medíocre', risos!).

      Tenho muito (muito mesmo) o que aprender com você!


      Mais uma vez, obrigada! :)
      Um abraço,
      Lu.

      ...........................
      Ps: Tenho admirador não, sô!

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    5. Não sou ateu, nem agnóstico. Esse tipo de comparação é por si só uma 'pedrada', logo, é uma crítica a pessoa, argumentum ad hominem - procure no google sobre - e confesso que me decepcionei com oque li. Pouco acima Lú, você disse que 'debateria idéias não pessoas', logo em seguida você compactua com a opinião de alguém que diz: 'Quem pensa diferente da gente é ateu, é agnóstico'(argumentum ad hominem).... ?! Pôxa, que triste.

      Então, conforme essa visão totalmente deturpada e distorcida, acredito que a maioria da população terrestre seja atéia ou agnóstica, pois basta fazer uma conta simples, número de evangélicos no mundo dividido por número de habitantes no planeta e se chegará em algo próximo de 75% de não evangélicos. No entanto, até uma criança é capaz de compreender que tal opinião é disparatada, não é verdade - exceto na imaginação de algumas pessoas - pois não existem 75%, nem 70% ou 65%...etc. de ateus no mundo. Nem em sonho.

      O mundo carece de escritores crentes?! Pôxa, Eu não acredito que eu li isso também!

      Bom, para finalizar a minha participação aqui 'ad eternum', existe um grupo de cristãos que são os únicos que carregam a Glória por desde os primórdios do Cristianismo, serem massacrados, esmagados e martirizados como Cristo foi (inclusive e principalmente, por Igrejas, grupos e pessoas que se dizem 'Cristãs'). Seja no Coliseu Romano, nos massácres dos Bárbaros ou nas Fogueiras da Inquisição da Idade Média, eles sentiram na pele oque é ter que agonizar por amor a verdade, e representam o único grupo Cristão martirizado em larga escala ao longo da História, e devemos pensar - até mesmo por uma questão de prudência - se o martírio deles, não tenha mesmo nenhuma relação com oque o Jesus passou, não é?! Afinal, diziam que os poderes de Jesus era de Belzebú. Ainda hoje, esses Cristãos não representam nem 1% da população mundial, e estão em todas as religiões - não apenas no cristianismo - não são ateus, nem agnósticos, e são responsáveis por 99% das maravilhas do mundo moderno, incluindo a internet. Mas ainda sim em pleno Séc. XXI, vira e mexe, ainda são chamados de 'ateus', 'agnósticos' e até mesmo 'satanistas'. E recebem todo esse tratamento 'carinhoso', 'cordial' e 'amigável' de pessoas que usufruem de todas as conquistas que esse grupo realizou, para logo depois, cuspir na cara deles, e culpá-los pelo mundo ser oque é, como se eles tivessem a obrigação e a responsabilidade de serem 'Deus', e esse dedo em riste, sempre levantado e apontado para eles, essa mania de dizer que o mundo é mal por culpa deles, é outra Gloriosa similaridade que eles carregam com o Mestre Jesus.
      Onde estão e sempre estiveram os 'mestres da rotulação', nas Ruas? Ah, foram esses 'mestres das Ruas' que encomendaram e arquitetaram a morte de Jesus, Apóstolos e todos os Martíres do Cristianismo?

      Paulo escreveu um dos poemas mais belos da história para dizer oque é o amor de Deus. Jesus dizia e incentivavá-nos a 'amar uns aos outros como Ele nos amou', mas religiosos dizem, 'o meu espaço é só meu, saia daqui, não me perturbe, você é isso, é aquilo...etc.'

      Puxa, que compreensão de amor devidamente Cristã, hein? Ainda mais levando-se em conta que um tal de Jesus tinha o hábito de adorar bater a porta de estranhos, caminhar com estranhos, conviver com Eles, auxiliá-los e ser auxiliado por eles, dormir debaixo do mesmo teto que eles, sentar na mesma mesa de refeição...etc. Mas enfim, é a vida, certas pedradas doem e doem um bocado, mas com o tempo, a gente se habitua.

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    6. Meu Deus!

      Onde foi que te chamei de ateu ou agnóstico?

      Recebo inúmeras critícas, de todos os tipos e tamanhos!!!

      Escrevo para três blog, tenho perfil em youtube (tive até que tirar um onde eu indicava um livro a respeito do criacionismo de tanto palavrão que os ateus falaram lá)e ainda os que comentam por e-mail, mensagens privadas em redes sociais e pessoalmente.

      Bem, tudo o que escrevo parece te ofender de alguma forma, então peço perdão e encerro por aqui.

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  3. Lú cada dia me encanto e me envolvo pelo que você escreve.

    Te amo menina de alma iluminada e pura. É nítido o mover dos dedos do Paizinho em cada palavra que você escreve. Posto isto, qualquer linha literária que ele te conduzir você se sairá muito bem. Porque que te deu inteligência e sensibilidade para alcançar qualquer público que seja.
    Te amo mana
    Beijos de alma!

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    1. Noh!

      Que delícia ler isso!

      Ain, que vontade de te dar um abraço 'enorme de grande' e dizer o quanto és especial pra mim!!!!

      Obrigada!!! :)

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  4. Bom, são quase 9:00 p.m da manhã, então acho que já é:

    Bom dia amada Luciana!

    Acabei de ler (o muito inteligente)segundo post de "Eu tenho um chamado" aqui no seu blog, e aproveitei de bandeja para ler o outro bom texto de sua autoria.

    Dúvidas e mais dúvidas sempre existiram em particular na vida de cada pessoa deste mundo, principalmente os da fé, nas muitas questões do "ser ou não ser, eis a questão" que segue abaixo:

    1ª questão - Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta. Tiago 2:26

    2ª questão - Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
    Não vem das obras, para que ninguém se glorie;
    Efésios 2:8-9

    Qual destas duas questões eu deva seguir ou melhor obedecer? Uma ensina que a fé sem obras é morta e a outra ensina que não precisamos de obras para sermos salvo, mas somente fé.

    Se bem que se observamos ao nosso redor, a maioria sempre escolhe e segue a questão do apostolo Tiago que levou a mensagem do ide para os judeus. Já o apostolo Paulo que recebeu o chamado para os gentios (o qual eu me considero um, costumamos deixarmos de lado a sua mensagem. O que podemos dizer é que houve uma contradição entre apostolos ou os livros que formam a bíblia deveriam ter sido desmembrados e não ficarem juntos como um todo, para uma melhor compreensão das mensagens a qual grupo especifico deveriam serem lidas (ensinadas, recebidas).

    Finalizando: Hoje deixo os medos e as dúvidas de lado, e fico com o unico apostolo dos gentios e suas 14 epistolas. Onde o único chamado de todo conteúdo é de sermos "filhos de Deus" para andarmos na boa obra consumada de Cristo Ef 2:10. Não em obras exteriores, mas na "obra" de Cristo, Ele que fez tudo em nosso lugar para vivermos sem obrigações. Entendo hoje que a nós cabe somente uma única obra "a fé", de não andarmos preocupados com o que comer, beber, vestir, com o dia de amanhã, de perdoar, de sermos humildes, sinceros com a verdade, puros nos pensamentos, sem vicios etc... É um tratamento geral a dia a dia do nosso "ego" que precisa ser combatido radicalmente com a ajuda da unção que nos conforta.

    Até mais abençoada....

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    1. Quando caminhamos com Deus é impossível não se deparar com inúmeras questãos, até porque, o cristianismo gera um certo incomodo interno, nos tirando da nossa zona de conforto e nos mostrando um caminho a seguir.

      Fico feliz quando ouço pessoas que se preocupam em como servir a Deus com excelência.

      Que Deus o abençoe cada vez mais!

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