quarta-feira, setembro 19, 2012

Namorar até que a morte nos separe

“O marido deve cumprir todos os seus deveres conjugais para com a mulher, e da mesma forma a mulher para com o seu marido. A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher. Não se recusem um ao outro.”

1 Corintios 7:2-5



Foi também para o prazer que Deus nos criou, especialmente o sexual. Acontece que este prazer depende de um vínculo espiritual entre um homem e uma mulher. O sexo é apenas a celebração do vínculo e sem ele, o que acontece é vazio de significado, parece dar prazer, mas é efêmero.

Usar o outro como fonte de prazer egoísta é tão nocivo quanto privar o outro do prazer que lhe é devido. Puritanos são tão pecadores quanto depravados.

Infelizmente a Religião tem contribuido para a manifestação de taras e tabus sexuais, quando na verdade a mensagem do Evangelho de Jesus, explicada neste contexto pelo Apóstolo Paulo, ensina que homem e mulher foram criados para uma entrega mútua de prazer e realização.

Somente há entrega mútua quando há confiança, respeito e dedicação. Confiamos que seremos correspondidos, respeitamos a entrega do outro e nos dedicamos a dar preferência ao outro, considerando-o primeiro, observando seu conforto, prestando atenção em sua linguagem, desejando seu prazer.

Enfim, esse relacionamento amoroso prevê entrega e não disputa. Somente quem assim se une é que consegue namorar até o fim, quicá até que a morte separe.

© 2012 Alexandre Robles

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